#HyperboleNaPlaneta | Desafio + Ação + Resenha: Hyperbole and a Half - Allie Brosh

Em Hyperbole and a Half situações lamentáveis, caos e outras coisas que me aconteceram, a autora apresenta alguns dos textos mais lidos e comentados em seu blog e também muito material novo, inclusive histórias sobre seus cachorros, um deles aparentemente com leves problemas mentais, sua luta para lidar com a depressão e ansiedade que insistem em dominá-la, além de anedotas hilárias sobre sua tumultuada infância. Sim, Allie foi uma criança difícil, Talvez a mais difícil de todas. Por exemplo, uma vez ela comeu um bolo inteiro só de burra porque sua mãe a proibira. E ela também atazanou a vida da família quando ganhou um papagaio de brinquedo que repetia tudo - tudo - que ela queria. Inteligente, irônico e absurdamente engraçada o livro traz o estio inimitável de Allie nos textos e nas ilustrações, além de alguns de suas típicas reflexões que conquistaram o coração de inúmeros leitores.
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Resenha: Um Gato de rua chamado Bob - James Bowen

Quando James Bowen encontrou um gato ferido, enrolado no corredor de seu alojamento, ele não tinha ideia do quanto sua vida estava prestes a mudar. Bowen vivia nas ruas de Londres, lutando contra a dependência química de heroína, e a última coisa de que ele precisava era de um animal de estimação. No entanto, ele ajudou aquele inteligente gato de rua, a quem batizou de Bob (porque tinha acabado de assistir a Twin Peaks).
Depois de cuidar do gatinho e trazer-lhe a saúde de volta, James Bowen mandou-o embora imaginando que nunca mais o veria. Mas Bob tinha outras ideias. Logo os dois tornaram-se inseparáveis, e suas aventuras divertidas — e, algumas vezes, perigosas — iriam transformar suas vidas e curar, lentamente, as cicatrizes que cada um dos dois trazia de seus passados conturbados.
Um Gato de Rua Chamado Bob é uma história comovente e edificante que toca o coração de quem a lê.
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Resenha: Mulheres de Água - Contos sobre o universo feminino - Gabriel Chalita

Mulheres de água: Tímidas ou lascivas. Rejeitadas ou assediadas. Fiéis ou volúveis. Avarentas ou perdulárias. Prudentes, perversas, esquisitas, amorosas. Ao percorrer esta coletânea de contos de Gabriel Chalita, o leitor tem a impressão de se ver diante de todas as mulheres e de todos os sentimentos do mundo. A complexidade das situações vividas pelas personagens é mostrada de modo sutil, e os recursos de narrativa vão do lírico ao satírico, passando pelo drama, com a habilidade de quem se apoia no olhar atento e na sensibilidade. Gabriel Chalita visita o universo feminino e penetra na alma dessas mulheres impressionantes. O leitor não deve esperar pelo deslumbramento, mas sim pela sinceridade. É a vida, como em um palco, escancarada para a avidez do leitor. Temos a solteirona que faz do projeto de encontrar um marido um compromisso em todos os lugares, dos bailes da terceira idade às missas dominicais. Temos a mãe, desesperada com o silêncio do filho supostamente desaparecido, escandalosa e patética. Temos a velhota cheia de manias, que se confessa com a amiga surda-muda. Temos a precavida professora que não põe o pé nem na fímbria do mar, por medo do tubarão. Denotando grande percepção, e com um estilo ao mesmo tempo claro e requintado, Gabriel Chalita descobre na mente de suas personagens medos, ambições, fragilidades, expectativas, frustrações. Sentimentos, afinal. Vida em estado bruto. O autor diz esperar que ninguém passe incólume por estas páginas. Não, não passará, como dizia o poeta. Cada um destes contos, como um afago ou um beliscão, deixará sua marca indelével no coração dos leitores.

Livros que vão virar filmes em 2014

Esse post é uma contribuição do Magazine Luiza ao Empório dos Livros

Quem é tão apaixonado pelas telonas do cinema quanto pelos livros tem vários motivos para comemorar esse ano. É verdade que as adaptações sempre geram alguma polêmica, porque alguém do elenco não correspondeu à imaginação de uma parte dos leitores ou, na grande maioria das vezes, pelas mudanças e cortes na história. Mas todos os detalhes de um livro não caberiam no espaço de tempo de um filme e os cortes não querem dizer que os filmes sejam ruins, pelo contrário, as produções estão cada vez mais elaboradas e bem dirigidas.

Resenha: Tabuleiro dos Deuses - A Era de X - Livro 01 - Richelle Mead

Justin March, um investigador de religiões charmoso e traiçoeiro, volta para a República Unida da América do Norte (RUAN), após um misterioso exílio. Sua missão é encontrar os responsáveis por uma série de assassinatos relacionados com seitas clandestinas. Sua guarda-costas, Mae Koskinen, é linda, mas fatal. Membro da tropa de elite do exército, ela irá acompanhar e proteger Justin nessa caçada. Aos poucos, os dois descobrem que humanos são meras peças no tabuleiro de poderes inimagináveis.
“É dark, fantástico, com uma química maravilhosa!” - USA Today Review
“Mead é mestre em contar histórias.” - RT Book Reviews

Vídeo Resenha: Eu me chamo Antônio

Antônio é o personagem de um romance que está sendo escrito e vivido. Frequentador assíduo de bares, ele despeja comentários sobre a vida — suas alegrias e tristezas — em desenhos e frases escritas em guardanapos, com grandes doses de irreverência e pitadas de poesia.
Antônio é perito nas artes do amor, está sempre atento aos detalhes dos encontros e desencontros do coração. Quando está apaixonado, se sente nas nuvens e nada parece ter maior importância, e, quando as coisas não saem como esperado, é capaz de enxergar nas decepções um aprendizado para seguir adiante. Do balcão do bar, onde Antônio se apoia para escrever e desenhar, ele vê tudo acontecer, observa os passantes, aceita conversas despretensiosas por aí e atrai olhares de curiosos. Caso falte alguém especial a seu lado (situação bastante comum), Antônio sempre se acomoda na companhia dos muitos chopes pela madrugada.

Resenha: Destrua este Diário (Wreck this Journal) - Keri Smith


Um diário costuma servir para anotar ideias, memórias ou registros do cotidiano. Keri Smith, ilustradora e artista canadense, inventou um tipo diferente de diário, que exige do usuário uma interação mais lúdica e inusitada. Com a proposta de estimular a criatividade e questionar convenções sobre a forma como lidamos com os objetos, Destrua este diário nos convida a rasgar páginas, rabiscar, pintar fora das linhas, manchar e até mesmo levar o livro para o banho.
A ideia surgiu quando Smith começou a refletir sobre o início da sua carreira como artista e percebeu que o perfeccionismo tão exaltado na nossa cultura era um grande empecilho do processo criativo. A experiência fez com que ela entendesse que é preciso esculhambar a monotonia e o lugar-comum para que o novo possa surgir.

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